Primeiras Demonstrações

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Se você me conhece desde o meu outro site (se não, veja meu primeiro xodozinho aqui), sabe que para nós isso já é fato incontestável:  o pensamento molda a realidade física.

E não adianta disfarçar, viu? Sorry se tem alguém que ainda acha que é tudo culpa da  mãe… não é mesmo. Mas calma, lê aí 🙂

No livro “O Experimento da Intenção”, sua autora Lynne Mctaggart faz referência a um vasto material de investigação sobre a natureza da consciência que, através de pesquisas  realizadas há mais de trinta anos em prestigiosas instituições científicas em todo o mundo, tem demostrado que os pensamentos são capazes de afetar te-u-de-o-dó, desde as máquinas mais simples aos mais complexos seres vivos.

Tais evidências indicam que as intenções e os pensamentos humanos são, de fato, uma “coisa” física, com um extraordinário poder de mudar o mundo. Cada pensamento que temos é uma energia tangível com o poder de transformar.

Dito de outro modo: um pensamento não é apenas uma energia aleatória: um pensamento é uma coisa física que influencia na fisicalidade de outras coisas.

Certamente você já ouviu falar sobre as formas-pensamento, não? Pois a ideia aqui é exatamente aquilo. Na Wikipedia o conceito está até bem definido, olha só: formas-pensamento são criações mentais que utilizam a matéria fluídica ou astral para compor as características da coisa de acordo com a natureza do pensamento. Ou seja, as formas-pensamento são criadas pela ação do “combo” mente-sentimento sobre as energias mais sutis, que acaba por criar formas que correspondem à natureza do pensamento gerado. E não se trata de Metafísica apenas, olha só: as conclusões a que chegaram os físicos Niels Bohr e Werner Heisenberg indicaram que, em seu aspecto mais elementar, a matéria física não é sólida e nem estável.

A bem da verdade, a matéria não é coisa nenhuma, uma vez que a realidade subatômica não se assemelha ao estado sólido e confiável descrito pela ciência clássica newtoniana, mas a um projeto provisório aberto a infinitas opções.

A nível quântico, a realidade mais se parece com uma gelatina sem forma. E quem vai dar a ela uma “cara”? Ahá,  você já sabe, não é? Mas calma, leia mais, porque é muito legal.

A teoria quântica desenvolvida por Bohr, Heisenberg e muitos outros desmantelou a própria base da visão newtoniana da matéria como algo discreto e contido em si mesmo. Bohr-Heisenberg  preconizam que a matéria, em sua essência, não pode ser dividida em unidades dotadas de existência independente e nem mesmo pode ser totalmente descrita, pois as coisas físicas não têm sentido isoladamente, mas só  no bojo de uma rede de inter-relações dinâmicas. E tem mais: quando entram em contato, as partículas mantêm uma misteriosa influência remota entre si. As ações de uma partícula subatômica — como a orientação magnética, por exemplo — influenciam instantaneamente outra partícula, por mais que estejam separadas.

Pois bem, neste ponto estamos com a matéria física sendo imaginada como uma nuvem de possibilidades, tal como um vespeiro confuso ou uma gelatina amorfa. A pergunta é: quem, quem, quem será o único elemento capaz de dissolver essa nuvem de probabilidades, tornando-a aparentemente mais definida e estável??? Não é o Professor Raimundo, não. E nem o Chaves. É o envolvimento de um observador.

Reza a lenda que no momento em que Bohr e Heisenberg decidiram fazer medições para observar mais de perto uma partícula subatômica, tal entidade subatômica, que só existia como puro potencial ou nuvem,  firmou-se num estado específico. Ou seja, de alguma forma, a consciência viva foi a influência que conferiu a possibilidade de alguma coisa se tornar mais definida. No momento em que observamos um elétron ou fazemos uma medição, o ajudamos a determinar seu estado mais estabilizado.

Trocando em miúdos, o que acontece é que a observação ou o próprio envolvimento da consciência faz com que a gelatina assuma uma determinada forma, e mais ainda: isso implica que a realidade não é fixa, mas fluida e mutável e, portanto, possivelmente aberta à influência.

Agora vem comigo para o próximo e óbvio passo: então, se a matéria é mutável e a consciência é que faz a matéria se tornar algo estável, é muito provável que a consciência também possa tanger propositadamente as coisas em uma determinada direção, não?

Pois é isso mesmo. Um grupo seleto de cientistas, há trinta anos, começara a considerar seriamente essas questões. Suas investigações levavam em conta um simples quesito: se o ato da atenção afeta a matéria física, qual será o efeito da intenção, isto é, de se tentar deliberadamente produzir uma mudança? No ato de participação enquanto observadores no/do mundo, podemos não só só criar, mas também influenciar matérias. Faz todo o sentido, certo?
Eles passaram então a realizar experimentos, testando a denominada “influência mental remota direcionada”, ou “psicocinese”, ou mais especificamente para nós, a “intenção”, ou “intencionalidade”.

Segundo Mctaggart, a intenção implica em um propósito, ou seja: há que se ter o entendimento de um plano de ação e a busca por um resultado satisfatório. A cientista Marilyn Schlitz, vice-presidente de pesquisa e educação no Institute of Noetic Sciences e uma das pessoas engajadas nas primeiras investigações da influência remota (já mencionei-a neste artigo aqui), define intenção como sendo “a projeção da consciência, com propósito e eficácia, na direção de um objeto ou resultado”. Dito de outro modo: para influenciar a matéria física, o pensamento precisa estar altamente motivado e com um alvo bem definido. Capisce?

Pois bem. Você se lembra daquela dupla dinâmica de cientistas, mencionados no artigo anterior (Memoriol aqui)? Pois então você se lembra que eles realizaram uma série de experimentos notáveis, que forneceram evidências de que direcionar certos pensamentos pode afetar o próprio corpo, objetos inanimados e praticamente todo tipo de coisas vivas, desde organismos unicelulares até seres humanos.
Durante mais de 25 anos, Jahn e Dunne conduziram o mega-experimento de quantificar a “micropsicocinese”, ou seja, o efeito da mente sobre geradores de eventos aleatórios, REGs [random-event generators], que seriam o equivalente eletrônico do antiquíssimo cara-ou-coroa.
O produto dessas máquinas (o equivalente computadorizado do cara-ou-coroa) é controlado por uma freqüência aleatoriamente alternada de pulsos positivos e negativos, que acabam por gerar o “cara” ou a “coroa” de acordo com a lei da probabilidade (lembra da “marvada”? Colinha à mão bem aqui ) 

Então, a configuração mais comum dos experimentos com REG é uma tela de computador alternando aleatoriamente duas imagens marcantes, por exemplo, caubóis e índios. Cada participante da pesquisa é colocado diante de um computador e tem a tarefa de influenciar a máquina para produzir mais vezes uma das imagens, como mais caubóis, por exemplo, depois tentar produzir mais imagens de índios, e por fim tentar não influenciar a máquina de jeito nenhum.
Depois de mais de 2,5 milhões de tentativas, Jahn e Dunne demonstraram que a intenção
humana pode sim influenciar esses aparelhos eletrônicos na direção especificada,  e detalhe: seus resultados foram repetidos por 68 investigadores independentes!!!!

Sabe o que significa isso? Quando um cientista fornece todos os dados referentes à sua pesquisa com o intuito de que ela possa ser reproduzida (e testada) por qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo (no nosso caso, 68 vezes!), produzindo os mesmos resultados, isso quer dizer que ele agiu de acordo com o método científico.

Não é feitiçaria, é pura Ciência, minha gente!

E tem muito mais, que vou te contar tudinho no post seguinte.

Vem comigo?

Flávia Criss

San Francisco Bay,  19 de Setembro de 2017.

 

 

 

 

 

 

 

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