Outras Demonstrações

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Se você, como eu, mal pode se conter para ler as experiências com a força da intenção aplicada a organismos muito bem vivos mesmo, refastele-se no seu local preferido, porque chegou a nossa vez! Yessss!

Há 30 anos, vários outros cientistas também realizaram experimentos, buscando entender o efeito da intenção sobre as coisas vivas. Inúmeras pesquisas demonstraram que a intenção humana pode afetar uma enorme variedade de sistemas vivos: bactérias, fungos, algas, piolhos, pintos, esquilinhos-da-mongólia, ratos, gatos e cães, sendo muitos desses experimentos realizados inclusive em seres humanos.

Ficou bem entendido que a intenção afeta muitos processos biológicos no sujeito receptor, desde os movimentos básicos do seu sistema motor até órgãos, como o coração, olhos, cérebro e sistema respiratório. E pasme de profunda alegria: até os animais mostraram ter uma capacidade efetiva de realizar atos intencionais.

Num estudo realizado por René Peoc’h, na Fundação ODIER, na França, uma galinha robô foi construída para funcionar como um gerador móvel de eventos aleatórios, servindo como imprinting para um grupo de pintinhos recém-nascidos. A galinha robô foi colocada do lado de fora da gaiola dos pintinhos, onde tinha ampla liberdade de movimentação, e seu trajeto era monitorado e registrado. A certa altura, ficou claro que a galinha robô se movimentava duas vezes e meia mais na direção dos pintinhos do que seria de se esperar. Ou seja, a ” intenção” dos pintinhos, isto é, seu desejo de ficar perto da mãe, afetou a galinha robô, levando-a para perto da sua gaiola.

Mctaggart relata que mais de oitenta estudos semelhantes foram realizados com pintinhos;  em vários, a experiência era colocar uma vela acesa num gerador móvel de eventos aleatórios, enquanto os pintinhos ficavam no escuro. Como os coitadinhos achavam a luz acolhedora, foram conseguindo influenciar o robô para que ele passasse mais tempo  junto à gaiola perto deles.

Porém, ela conta que o maior e mais convincente material de pesquisa foi reunido por William Braud, psicólogo e diretor de pesquisas na Fundação de Ciências da Mente (Mind Science Foundation), em San Antonio, Texas e também do Instituto de Psicologia Transpessoal (Institute of Transpersonal Psychology). Braud e seus colegas demonstraram que os pensamentos humanos podem afetar a direção em que os peixes nadam, os movimentos de pequenos roedores, como os esquilos-da-mongólia e a divisão de células em laboratório.

Só isso? Não, calma, que agora é que vem o “tcham” do trabalho dele.

Braud desenvolveu algumas das primeiras experiências controladas sobre a influência da mente no comportamento de seres humanos. Num grupo de pesquisa, ele demonstrou que uma pessoa pode sim afetar o sistema nervoso autônomo — o mecanismo de luta e fuga — de uma outra.
Por exemplo, ele monitorou a atividade eletrodérmica — EDA [electrodermal activity] — de um cidadão em teste. Essa EDA avalia — através da medição da resistência da pele — o estado de tensão do indivíduo. Qualquer modificação na atividade eletrodérmica revela que o cidadão está sob o efeito de uma grande tensão ou se sente desconfortável com alguma coisa. Braud examinou a EDA quando a pessoa estava sendo observada, e constatou repetidamente que as pessoas sofrem uma alteração inconsciente em seu organismos quando estão sob observação, alteração esta que é revelada através do nível de tensão em sua pele. Interessante, heim?

Mas a área mais estudada da influência remota ainda é a cura à distância. Mctaggart relata que foram realizados mais de 150 estudos e um dos melhores foi conduzido pela dra. Elisabeth Targ, nos anos 80. Era o auge da epidemia da Aids,  e ela implementou duas experiências altamente controladas, demonstrando que quarenta curadores espalhados pelos Estados Unidos conseguiram melhorar a saúde de pacientes com Aids em estado terminal, sem nunca terem visto nem tido qualquer contato com nenhum deles.
Quantas histórias semelhantes você já leu ou ouviu, não? É porque o negócio funciona mesmo, minha gente. Porém, temos que praticar e a hora é essa!

Para terminar, deixa eu te contar essas experiências meio antiguinhas que não envolvem só pessoas, mas que podem nos ajudar a ressignificar melhor (para nós mesmos) toda essa  empreitada.

Mctaggart narra que até os experimentos mais basiquinhos que tiveram o intuito de verificar  o poder da mente sobre a matéria obtiveram resultados espantosos. Um dos primeiros abordava tentativas de influenciar jogadas de dados, que até hoje, é um dos tópicos mais estudados: conta-se, até a atualidade, 73 estudos nos quais um total de 2.500 pessoas conseguiram influenciar mais de dois milhões e meio de lançamentos de dados, e com sucesso. Quando esses estudos foram analisados em conjunto, mesmo descontando aqueles não tão qualificados, a probabilidade de ocorrência dos resultados intencionais foi de 10 elevado à 76a potência — ou seja, 1 seguido de 76 zeros — para cada 1 resultado não intencional (imagine agora aquele emoticon com os olhinhos esbugalhados de puro espanto, okay?).

Tem também um material surpreendente de estudos realizados com talheres entortados que ficou bem famoso nas demonstrações do Uri Geller, lembra dele? Nossa, como já tentei entortar colher com o poder do meu pensamento!!! Mal sabia eu que dava mesmo certo.

Então, a experiência foi assim, inicialmente: John Hasted, professor no Birkbeck College, da Universidade de Londres, realizou esse teste com crianças. Ele dispôs várias chaves penduradas no teto e colocou as crianças numa distância que variou de um até três metros das chaves, de modo que não pudessem tocá-las. Em cada chave foi colocado um medidor de tensão, que registrava num gráfico contínuo qualquer mudança ocorrida nas chaves. Hasted pediu às crianças que entortassem as chaves suspensas com a força do pensamento. Nas sessões, ele observou não só chaves balançando e  se quebrando, mas também enormes picos repentinos de voltagem, com pulsos de mais de 10 volts, que era o limite do gráfico. Ainda mais impressionante foi quando as crianças receberam instruções para dirigir sua intenção para algumas chaves penduradas separadamente, distantes das outras. Os gráficos de cada chave apresentaram registros simultâneos dos mesmos sinais, como se as chaves tivessem sido afetadas em grupo.
O que é bastante impressionante, que se demonstra na maioria das pesquisas sobre psicocinese é que toda influência mental produz efeitos mensuráveis, seja qual for a distância entre o influenciador e o objeto influenciado, independentemente do momento cronológico em que a intenção foi gerada. A julgar pelas evidências experimentais, o poder do pensamento transcende o tempo e o espaço. Arrepiou?

Então, olha que linda essa conclusão: a mente está conectada indissociavelmente  à matéria e é de fato capaz de influenciá-la. A matéria física pode ser influenciada, e até alterada de maneira irreversível, não apenas pela força, mas pelo simples ato de se formular um pensamento.

Todavia, estudos mais recentes sobre o efeito da mente sobre a matéria indicam que a intenção tem sim efeitos variáveis, que dependem do estado do sujeito intencionador e do tempo e do espaço (o lugar, tá?) em que ela se origina.

A intenção já foi aplicada incontáveis vezes em muitos recintos diferentes com o propósito de curar doenças, alterar processos físicos e influenciar eventos. E é preciso que se diga: “intenção” não é nenhum dom especial, mas sim uma capacidade que pode ser aprendida e ensinada rapidamente. Na verdade, usamos a intenção em muitos aspectos da vida nossa vida cotidiana, sem perceber.

Muitas pesquisas indicam que o poder de uma intenção pode ser multiplicado em relação ao número de pessoas “intencionando”  o mesmo pensamento no mesmo instante. Pois eis o pulo do gato: será exatamente essa a brincadeira aqui nesse espaço.

Nos próximos posts, vamos entender como funciona a intenção fisicamente, como pode ser usada em nossas vidas e quais as condições que otimizam seu efeito.

Totalmente excelente, não?

Também acho.

Até breve, então!

Flavia Criss

San Francisco North Bay, 20 de setembro de 2017.

 

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